Livro “Relações Internacionais de Âmbito Subnacional: a experiência de Estados e Municípios do Brasil”

Foi disponibilizado em nosso banco de dados o livro “Relações Internacionais de Âmbito Subnacional: a experiência de Estados e Municípios do Brasil”, organizado pelos professores Jacques Marcovitch e Pedro B. A. Dallari, do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (IRI-USP).
O livro reúne artigos relacionados aos desafios do entes subnacionais no contexto de globalização e à diplomacia dos Estados do Brasil, além de análises sobre os casos do Estado de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul, e das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

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As cidades globais e os prefeitos progressistas, por Yue Zhang e Aldo Fornazieri

Em 2001, o socialista Bertrand Delanoë foi eleito prefeito de Paris. Em 2014, Anne Hidalgo, igualmente socialista, foi eleita a primeira mulher prefeita da Capital francesa. Londres só passou a eleger prefeitos a partir de 2000. O seu primeiro prefeito foi Ken Livingstone, da ala esquerda do Partido Trabalhista, que ocupou o cargo até 2008 por ter sido reeleito. Em 2012, as duas maiores cidades da América Latina elegeram prefeitos progressistas e de esquerda: Haddad foi eleito prefeito de São Paulo e Miguel Ángel Mancera foi eleito para governar a Cidade do México. Em 2014, o ex-guerrilheiro Gustavo Petro foi eleito prefeito de Bogotá. Mais recentemente, em 2015, Ada Colau foi eleita prefeita de Barcelona e Manuela Carmena prefeita de Madrid pelo novo partido de esquerda, Podemos. Bill de Blasio, eleito prefeito de Nova York em novembro de 2013, pelo Partido Democrata, também pode ser considerado um prefeito de perfil progressista. Entende-se por progressista aqui, o político que comunga ideias sociais, humanistas, igualitárias e que defende uma modernização fundada no progresso, no bem estar e na sustentabilidade ambiental.

Há dois pontos em comum que conectam esses prefeitos aparentemente diferentes e distantes. Em primeiro lugar, enquanto localizados em diferentes países e continentes, eles são prefeitos de grandes cidades globais que têm posições de destaque na economia mundial e nos assuntos internacionais. Em segundo lugar, os prefeitos são todos de partidos socialistas, progressistas ou de esquerda. Então, por que cidades globais tendem a eleger prefeitos com este perfil?

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Publicação: “Brazilian Cities in Mozambique: South–South Development Co-operation or the Projection of Soft Power?”

O artigo “Brazilian Cities in Mozambique: South–South Development Co-operation or the Projection of Soft Power?” busca analisar a cooperação técnica entre cidades brasileiras e suas contrapartes moçambicanas no atual cenário de crescente participação das cidades na economia global e de ressurgimento da cooperação Sul-Sul. O autor Fritz Nganje argumenta que o generalizado interesse global frente ao relativo sucesso do Brasil na realização de transformações socioeconômicas, juntamente com a busca por parte do Brasil pelo reconhecimento global e liderança, tem impulsionado cidades do país à condição de prestadoras de assistência técnica na África. Além disso, ao mesmo tempo que a dimensão cidade-cidade da cooperação técnica do Brasil pode ter contribuído para a imagem positiva e a atratividade que o Brasil goza na África e na comunidade global, o autor também levanta questões acerca do valor da realização do modelo brasileiro de cooperação para o desenvolvimento.

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Publicação: Participação Global das Cidades

Por ocasião do Fórum Internacional sobre Participação Global das Cidades, ocorrido no ano passado, o governo da cidade de Montevidéu (Uruguai), com o apoio da Aliança AL-LAs, produziu uma publicação visando servir como base para os debates do encontro.

Aproveitamos para divulgar o documento, ainda que o evento já tenha ocorrido, pelo material contido na publicação. Nela, você poderá encontrar informações acerca do contexto atual (relacionado aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e à Habitat III), desenvolvimento urbano sustentável, agenda de financiamento do desenvolvimento, bem como a das mudanças climáticas, ferramentas de participação internacional para as cidades, participação cidadã, dentro outros assuntos relevantes.

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