Mercocidades participam da 2ª Assembleia Mundial de Governos Locais e Regionais

Via Mercocidades (tradução nossa).

1No dia 15 de maio, a vice-prefeita de São Paulo e representante da Presidência da rede de Mercocidades, Nádia Campeão, participou da primeira sessão da Assembleia Mundial de Governos Locais e Regionais na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York (EUA). No encontro, foram discutidas recomendações e demandas, posteriormente, apresentadas nas audiências de autoridades locais, realizadas nos dois dias seguintes, a fim de contribuir para o esboço zero rumo a Habitat III.

Em sua fala, a vice-prefeita relatou à Assembleia a articulação regional promovida pela rede de Mercocidades, ao lado de outras organizações regionais e nacionais de governos locais, no caminho rumo a Conferência das Nações Unidas sobre Moradia e Desenvolvimento Urbano Sustentável (Habitat III), que ocorrerá em outubro em Quito (Equador). A representante apresentou também as ações promovidas pela cidade de São Paulo (atual presidente de Mercocidades) através dos Colóquios MSUR, realizado em parceira com a Cepal, Unasul, Mercosul e Mercocidades.

Em consonância com os pronunciamentos de outras cidades e organismos regionais presentes, Campeão reafirmou a necessidade de fortalecimento institucional dos governos locais, enfatizando que para seja possível a implementação da Nova Agenda Urbana, a ser definida durante a Habitat III, será necessário que o acordo de Quito contenha como pauta prioritária a equiparação de competência constitucionais e de capacidades reais de gestão dos governos locais, além do financiamento de suas iniciativas.

Campeão também descreveu  diversas políticas redistributivas implementadas por São Paulo, destacando o papel pioneiro da cidade em função de seu tamanho e dos casos recentes de formulação e implementação de uma série de iniciativas. Durante sua fala, a vice-prefeita mencionou ainda políticas de atenção a população LGBT, migrantes e dependentes de crack. Ao fazer referência ao Plano Diretor da cidade e seus instrumentos urbanísticos, destacou a redistribuição e democratização do espaço público como pontos centrais de promoção do “direito à cidade”, noção que é apresentada no esboço zero da declaração da Nova Agenda Urbana a ser aprovada na Habitat III, em outubro desse ano.

Para maiores informações sobre os encontros, clique aqui.

Fonte:Prefeitura de São Paulo

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