Cidades do México e Belo Horizonte cooperam para fazer da cultura um direito cidadã

Via Projeto AL-LAs (tradução nossa).

Belo Horizonte e Cidade do México cooperam para promover o diálogo construtivo sobre a educação artística e cultural como um direito cidadão.

1Representantes de Belo Horizonte realizaram uma visita técnica à Cidade do México para o intercâmbio de experiências no âmbito das atividade que empreendem as mais de 50 cidades, governos e organizações do mundo ligadas a Agenda 21 de Cultura da organização Cidades e Governos Locais Unidos (CGLU).

Representantes culturais da Secretaria de Cultura da Cidade do México (SCCDMX), do Consórcio Internacional Artes e Escola A.C. (ConArte) e da Escola Livre de Artes (ELA) do Brasil compartilharam seus modelos de ensino e como é o processo de formação de educadores durante a reunião Artes-Educadores em Diálogo. Além disso, os promotores culturais compartilharam sua visão de trabalhar baseada em um enfoque transversal, no qual o ensinamento da cultura seja multidisciplinar e interdisciplinar, no sentido de que várias áreas convirjam e que as pessoas vivenciem a arte experimentalmente.

Anteriormente, a diretora da Escola Livre de Artes (ELA)2, Sänia Veriane Pereira de Almedia e sua comitiva, em um tour de quatro dias, visitaram os Faros de Oriente, Milpa Alta, Tláhuac e Indios Verdes, os quais têm por objetivo proporcionar oportunidades e atividades culturais às comunidades que vivem na periferia da Cidade do México.
Por sua vez, a diretora da ELA, 3anteriormente chamada de Arena de Cultura que em 2014 recebeu o Prêmio Internacional CGLU–Cidade do México–Cultura 21, comentou que sua proposta de levar cultura aos dois milhões de habitantes do município de Belo Horizonte ocorre através de 44 espaços multidisciplinares, nos quais se trabalha a partir de sete áreas: artes visuais, circo, design popular, música, patrimônio cultural e teatro. O projeto consiste na inserção da população às artes independente da idade. Nesta modalidade se implementa uma escola onde os assistentes trabalham em conjunto compartilhando o aprendizado.
Lucina Jiménez pronunciou-se em defesa da criação e manutenção 4de uma rede latino-americana para fortalecer a discussão sobre o assunto e pensar na cultura não apenas como uma política eventual, mas também como uma política de Estado – ideia defendida também por Sänia Veriane Pereira de Almedia, que estava acompanhada de Janine Ladeira de Avelar e Wesley Simones, ambos parte da comitiva brasileira.

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