Coordenadora da Rede Brasileira de Cidades Educadoras, Santo André destaca suas propostas para gestão

Em fevereiro a cidade foi eleita para a coordenação da rede. Expansão e maior comunicação entre membros são alguns dos nortes para a gestão. 

A cidade de Santo André reativou seu vínculo com a Associação Internacional das Cidades Educadoras (AICE). No último encontro da rede, em Sorocaba, no dia 18 de fevereiro deste ano, foi eleita Coordenadora da Rede Brasileira de Cidades Educadoras.

O município se associou à AICE em 2006. Participou, em 2013, do Encontro Internacional das Cidades Educadoras em Rosário – Argentina, onde apresentou sua experiência do PPACriança, uma experiência inédita de participação de crianças do Ensino Fundamental no planejamento do futuro da cidade.

A AICE  foi criada em 1990 durante o I Congresso Internacional das Cidades Educadoras em Barcelona. Representou um marco em direção à busca de respostas para o que seria uma cidade rica em lugares e experiências compartilhadas. A cidade educadora é aquela que promove e desenvolve o protagonismo de crianças, jovens, adultos e idosos na busca de seus direitos.

“Santo André procurará promover o debate para que a cidade seja compreendida em seu contexto como um todo, avaliando-a e promovendo ações de convivência, de respeito à diferença, de harmonia com o meio ambiente. É impossível pensar a cidade como um ente isolado e o conceito de cidade educadora é para nós, matricial”, afirmou Gilmar Silvério, Secretário de Educação do município.

Santo André pretende contribuir para o fortalecimento e expansão da Rede de Cidades Educadoras. As propostas para a gestão são:

1 – Articular o relacionamento com os membros da Rede Brasileira das Cidades Educadoras. Criar mecanismos desafiadores compartilhados a fim de que cada cidade desenvolva ações dinâmicas e consistentes em benefício dos seus habitantes. Isso significa intensificar troca de experiências por todos os meios disponíveis.

2 – Ampliar a rede através de uma campanha de divulgação, de visitas recíprocas e de troca de experiências.

3 – Promover um processo de contato e de acolhimento das cidades que se propuserem integrar a rede. Contextualizá-las e permitir que se tornem membros atuantes e propagadores dessa concepção.

4 – Fazer uso das ferramentas da internet para facilitar a comunicação, a interação e a divulgação das experiências. Criação/fortalecimento de um blog.

5 – Sugerir a realização de  encontros nacionais que englobem aspectos formativos, de troca de experiências e de confraternização.

6 – Apontar a necessidade de uma participação qualificada da Rede Brasileira de Cidades Educadoras ao Congresso de Barcelona.

 

Colaborou Secretaria de Educação de Santo André 

 

 

 

 

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